Desde o nascimento que o ser humano reclama atenção. Primeiro da mãe, depois do pai, seguem-se os avós e, progressivamente, o círculo social mais alargado. Já em idade infantil, muitas crianças revelam uma capacidade natural para captar a atenção dos outros, seja em contextos familiares, escolares ou festivos. Alguns chegam mesmo a construir uma marca pessoal que os distingue dos demais. Este fenómeno não é exclusivo das pessoas. Empresas e organizações competem permanentemente pela atenção dos seus públicos — clientes, consumidores e, no caso das organizações desportivas, dos adeptos ou fãs . Os consumidores atuais tendem a criar laços de afinidade com marcas e organizações, tomando decisões menos racionais do ponto de vista financeiro e mais emocionais. A escolha é frequentemente determinada pela identificação com valores, atitudes e compromissos, nomeadamente nas áreas da sustentabilidade financeira, social e de governação (ESG), que refletem a visão e o propósito da marca. Esta re...
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